outubro 12, 2007

Van der Graaf Generator - H To He Who Am The Only One



Desta vez um albúm de uma das bandas mais injustiçadas de toda a história, o Van der Graaf Generator, subestimado pela maioria e que não deixa a desejar nem um pouco para bandas como Pink Floyd, Yes ou Genesis. Uma banda que revolucionou o rock com orgãos, teclados, bateria (Guy Evans é único!) e arte lírica e o mundo não percebeu. Lançou obras-primas e não deram o merecido valor. Vou colocar mais um albúm desta banda fantástica para que muitos que ainda não conhecem, terem o prazer de conhecer e desfrutar de música de altíssima qualidade. Eles merecem... E o albúm que eu coloco é o albúm que define o som "dark" do VdGG, H To He Who Am The Only One. A banda começa a aprimorar o seu estilo diferente com um tapete de sons espetaculares para a voz majestosa de Hammill evocar seus poemas. Aliás, neste albúm, notamos a aparição do baixo feito nos pedais por Hugh Banton após Nic Potter abandonar o grupo. Banton mostra ser fantástico nisto, muitas vezes nem se notando a falta de um baixista na banda. E notamos também a participação especial de Robert Fripp do King Crimson em Emperor In His War Room inserindo-se a guitarra, muito pouco vista no som do Van der Graaf Generator. Neste disco destacamos também Killer, uma das faixas mais conhecidas da histórida da banda, e uma das melhores letras de Hammill, onde realiza uma metáfora fantástica comparando pessoas a tubarões; "So you live in the bottom of the sea, and you kill all that come near you..." É um dos melhores albúns da banda, lançado em 1970, antecedendo um dos maiores albúns que a música já viu, Pawn Hearts (postado aqui no blog já) em 1971. Baixe e não perca mais tempo sem ouvir Van der Graaf. Sublime!

1. Killer
2. House With No Door
3. The Emperor In His War-Room
4. Lost
5. Pioneers Over c.

http://www.mediafire.com/download.php?13djiqxu0m9

Por Thiago Priess Valiati

outubro 08, 2007

Joy Division - Closer



Continuando com a escassez de contribuição dos anos 80 para o rock, e talvez um dos últimos grandes albúns, é Closer do Joy Division. Albúm póstumo, lançado logo após o suicídio de Ian Curtis por problemas conjugais e o agravamento do estado de sua epilepsia, Closer é memorável. Neste albúm, eles se superaram, com composições que viriam a influenciar todo o post-punk na década de 80. No ritmo de Closer, Love Will Tear Us Apart embalava as rádios, tornando-se a música mais conhecida da banda, mas acabou não entrando no cd, dando espaço para outras pérolas como: Atrocity Exhibition, Isolation, Passover, Heart and Soul e Decades.
É um disco melancólico demais, até pelo estado de saúde de Ian Curtis, que já deveria estar prevendo sua morte, este albúm não cai muito bem naqueles dias de sóis... É aconselhável ouvir de vez em quando, degustando uma obra-prima do rock como ela merece.

1. Atrocity Exhibition
2. Isolation
3. Passover
4. Colony
5. A Means to An End
6. Heart and Soul
7. Twenty four Hours
8. The Eternal
9. Decades

http://www.mediafire.com/download.php?3xev4zn0t0j

Por Thiago Priess Valiati

setembro 24, 2007

The Smiths - The Queen is Dead



Um dos grandes destaques dos pobres anos 80 são The Smiths, a revolução a base de guitarras. Morrisey, um dos maiores poetas do rock, lidera a banda em The Queen is Dead que é considerado sua obra-prima. Outro albúm que é sempre presente em lista de melhores de todos os tempos e todo aquele blá-blá-blá. O fato é que o albúm é realmente de uma qualidade inquestionável (há vida sim fora do prog!) e merece sim estar ao lado de grandes obras sessentistas e setentistas nestas listas impafiosas. No entanto, além da consolidação da banda, surgem problemas, Johnny Marrr estava exausto e andava a beber demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe crer que não precisava do Morrissey. Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Destaque para os singles Bigmouth Strikes Again, The Boy With The Thorn in His Side e There Is A Light That Never Goes Out, além de I Know It's Over, uma das mais melancólicas letras de Morrissey.

1. The Queen Is Dead
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others

http://www.mediafire.com/download.php?6jkmzovcyhu

Por Thiago Priess Valiati

setembro 16, 2007

The Clash - London Calling



London Calling, terceiro albúm da banda inglesa de punk The Clash é um dos albúns mais bem sucedidos de todos os tempos. Na epóca, virada de década 70/80, a banda já era considerada como uma das melhores do mundo, sendo endeusada até demais por seus fãs. Foi lançado em albúm duplo com preço de albúm simples em 1979, tendo sucesso imediato.
O conteúdo do disco é muito variado, indo desde o punk que abre o albúm London Calling, indo para um ska em Wrong 'em Boyo, passando por um disco em Lost In Supermarket e o rockabilly de Rudie Can´t Fail. O conteúdo das letras é muito político, criticando o desemprego e as doenças da sociedade britânica. Um albúm engajado. Em muitas partes, a banda foge do seu estilo, o punk, transformando o albúm numa variedade muito grande de estilos. Mas isto não afeta a maestria do albúm, transformando-se num dos maiores sucessos do rock. A capa, com Paul Simonon destruindo seu baixo durante um show em New York Palladium em 1979, transformou-se numa das imagens mais conhecidas do rock de todos os tempos. Capa épica.
Destaques para os sucessos London Calling, Clampdown, Spanish Bombs, Death or Glory, Train in Vain, Lost in the Supermarket e The Guns of Brixton. Um Greatest Hits praticamente.

01.London Calling
02.Brand New Cadillac
03. Jimmy Jazz
04. Hateful
05. Rudie Can't Fail
06. Spanish Bombs
07. The Right Profile
08. Lost In The Supermarket
09. Clampdown
10. The Guns Of Brixton
11. Wrong 'em Boyo
12. Death Or Glory
13. Koka Kola
14. The Card Cheat
15. Lover's Rock
16. Four Horsemen
17. I'm Not Down
18. Revolution Rock
19. Train In Vain

http://www.mediafire.com/download.php?50wmkfd2g0o

Por Thiago Priess Valiati

agosto 31, 2007

Bob Dylan - Highway 61 Revisited



Bob Dylan, um dos maiores letristas de todos os tempos, começou sua carreira tocando folk tradicional, lançando hits como Blowin' in the Wind e fazendo muito sucesso neste campo da música. Quando lançou o clássico do rock, Highway 61 Revisited, mudou os rumos de sua música, aproximando-se do rock e foi considerado um traidor com os fãs da carreira folk que antecedia este albúm. Dylan eletrifica sua música, voltando-se mais para o rock, que agitava a década nessa epóca (1965), acompanhado de uma banda de blues-rock como apoio. Com canções e letras mais pessoais e introspectivas, ligadas a uma visão muito particular do mundo, como desilusões amorosas, liberdade pessoal, contra-cultura, influenciados pela poesia beat, e principalmente pelo livro On The Road de Jack Kerouac, aclamada como bíblia da geração beat e que fez Dylan fugir de casa. Foi aclamado pela crítica, ampliou o seu público, mesmo sendo chamado de "traidor" por fãs do Dylan cantador folk, tornando-se cada vez mais influente entre artistas contemporâneos e lançando os mais apreciados sucessos de sua carreira, com uma série de canções clássicas de seu repertório: Ballad Of A Thin Man, Like a Roling Stone, onde é sempre a canção que lidera qualquer lista de melhor música de todos os tempos, e Desolation Row, um hino com seus 11 minutos, canção essa que prova que Bob Dylan é gênio. Se alguém duvidar algum dia disto, Desolation Row basta. Simples assim.

01. Like a Rolling Stone
02. Tombstone Blues
03. It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry
04. From A Buick 6
05. Ballad of a Thin Man
06. Queen Jane Approximately
07. Highway 61 Revisited
08. Just Like Tom Thumb's Blues
09. Desolation Row

http://www.mediafire.com/download.php?cl7oxxgmzyg

Por Thiago Priess Valiati

agosto 21, 2007

Engenheiros do Hawaii - Várias Váriaveis



Muita gente tem aversão à banda gaúcha Engenheiros do Hawaii, principalmente nos últimos tempo devido ao albúm solo acústico MTV de Humberto Gessinger com um pop tosco. Mas muitos não conhecem os tempos de glória desta grande banda que na fase progressiva 1990-1994 produziu discos clássicos do rock nacional. Humberto Gessinger, Augusto Licks & Carlos Maltz, a Santissíma Trindade, começou a incorporar elementos do rock progressivos em sua música no albúm que antece este, O Papa é Pop, com canções mais grandes que o normal, chegando a atingir os 8 minutos, e a divisão de músicas assim como bandas clássicas do progressivo faziam. Várias Váriaveis é marcado pela conceitualidade do disco: A cobra que morde o próprio rabo. A música Não é Sempre/Nunca é Sempre, faixa que encerra o disco, logo após o fim dito por Gessinger, já é grudada com a faixa inicial, O Sonho é Popular, marcando um ciclo que nunca vai acabar. Assim como a cobra da capa, você ouve o disco, e nunca mais pára de ouvir, é um disco eterno.

Marcado por muitos clássicos como Piano Bar, Ando Só, Muros e Grades e a versão de Herdeiro da Pampa Pobre do Gaúcho da Fronteira, este albúm também é cheio das influências progressivas, dando seguimento com o que foi começado no outro albúm e atingiria seu auge em Gessinger, Licks & Maltz (já postado aqui) . Nos shows da turnê, era muito comum Gessinger utilizar baixo e guitarra, e Licks guitarra de 12 no mesmo corpo. Muitos pedais eram frequentes também. Albúm repleto de sintentizadores, oberheim, steinway na linda Descendo a Serra, rhodes, instrumentais mais longos que o normal (Sampa no Walkman, irmã gêmea de Quarto de Hotel; "a mesma esquina em outra canção"), com destaque para os solos de guitarra MAGNÍFICOS de Augusto Licks, MIDI Pedalboard's, locuções ocultas e muito experimentalismo, vide o grito insano em Curtametragem, a vinheta Várias Váriaveis e a união das duas últimas músicas em um conceito só. Augusto Licks realmente faz uma partipação memorável, com solos e arranjos fantásticos como Quarto de Hotel e um de seus melhores solos: Herdeiro da Pampa Pobre realizando um tapping com palhet único. O baixo de Humberto Gessinger também se destaca muito, chegando a utilizar um Fretless em O Sonho é Popular, e não só o baixo como as letras ácidas em respota a crítica, Sala VIP e Muros e Grades, uma das melhores poesias do rock nacional, e sem dúvidas a bateria de Maltz mantendo a paulada sempre, fazendo uma de suas melhores apresentações neste disco. Simples, o power trio dos Pampas: Gessinger, Licks & Maltz.

Deixe de lado o preconceito com a banda e baixe a cobra que morde o próprio rabo logo. Qualquer fã de progressivo perceberá o flerte da banda com o estilo e adorará este albúm. Foi APENAS o disco que eu mais ouvi na minha vida. O disco que moldou todo o meu gosto musical. VÁRIAS VÁRIAVEIS!

É sempre mais difícil dizer adeus quando não há mais nada pra se dizer...

01. O Sonho é Popular
02. Herdeiro da Pampa Pobre
03. Sala VIP
04. Piano Bar
05. Ando Só
06. Quarto de Hotel
07. Várias Váriaveis
08. Sampa no Walkman
09. Muros e Grades
10. Museu de Cera
11. Curtametragem
12. Descendo a Serra
13. Não é Sempre
14. Nunca é Sempre

...

01. O Sonho é Popular
...

http://www.mediafire.com/download.php?efpgt1jfsz4

Por Thiago Priess Valiati

agosto 16, 2007

Jethro Tull - Songs From The Wood



Após a obra dos deuses TAAB e Aqualung, Songs From The Wood de 1977, talvez seja um dos melhores albúns do Jethro Tull concorrendo com seu irmão gêmeo da fase folk, Heavy Horses. Esta fase folk progressiva, que se completa com Heavy Horses e Stormwatch, possui a melhar formação da banda no meu ponto de vista: Ian Anderson, o messias, sempre a frente da banda com maestria, Martin Barre, lendário guitarrista do Tull, John Glascock, que eu considero o melhor baixista de toda a história da banda e um dos melhores de todo o rock progressivo, com um som palhetado magnífico demonstrando muita técnica e energia, só ouvir a música que abre o albúm, Songs From The Wood ; Barriemore Barlow, John Evans e David Palmer. Uma banda muito bem entrosada, destacando-se em espetáculos ao vivo, que cria justamente a sua obra-prima neste albúm, o melhor de todo o folk progressivo, gênero praticamente criado pela banda escocesa. O albúm ainda tem características de música medieval, vide a fabulosa Ring Out Solstice Bells, que nos remete a lembranças de invernos passados. Foi um dos albúns que logo na minha primeira audição, eu já parei e gritei: "FODA!" . Foi uma reação na primeira hora fantástica. Este som folk do Tull me contagiou demais e eu ouvi ele seguidas vezes no mesmo dia, lembro até que eu não via a hora de chegar do colégio e ouvir ele novamente, era muita ansiedade para a audição do fantástico, Songs From The Wood. Um albúm que marcou minha vida, e que ficará sem dúvidas marcado para sempre. Ian Anderson é deus, é messias, é gênio, enfim, de um cara que compôs TAAB e SFTW, só resta de nós, humanos, reverenciar o mestre!

Destaques para as fantásticas Cup of Wonder, Ring Out Solstice Bells, Hunting Girl e Velvet Green.

01. Songs From The Wood
02. Jack-In-The-Green
03. Cup Of Wonder
04. Hunting Girl
05. Ring Out, Solstice Bells
06. Velvet Green
07. The Whistler
08. Pibroch (Cap In Hand)
09. Fire At Midnight

bônus:

10. Beltrane
11. Velvet Green [Live]

http://www.mediafire.com/download.php?3y2yxyixbjz

Por Thiago Priess Valiati

agosto 11, 2007

King Crimson - Red



Red no meu ponto de vista é o melhor trabalho lançado pela banda britânica King Crimson apesar de toda a instabilidade da banda . Ele destaca-se por ser um disco com composições mais elaboradas como Starless, um disco mais maduro. O disco obteve grande sucesso de critica, e até é um dos grandes clássicos da banda. Fez também algum sucesso comercial. Robert Fripp, o homem do King Crimson, mais uma vez mostra toda a sua técnica na guitarra em músicas como Red e Starless. E este albúm talvez seja o que conta com a melhor formação de toda a história do Crimson, com Bill Brufford, do Yes, na bateria e John Wetton nos vocais e no baixo, mostrando serviço também vide Fallen Angel, um clássico do grupo. Um disco realmente fantástico, indispensável em qualquer discografia básica de rock progressivo. Destaque para a magnífica Starless.

1. Red
2. Fallen Angel
3. One More Red Nightmare
4. Providence
5. Starless

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Por Thiago Priess Valiati

agosto 08, 2007

Peter Hammill - The Silent Corner & The Empty Stage



Continuando com a genialidade de Hammill aqui no blog, o albúm desta vez é The Silent Corner & The Empty Stage, lançado em 1974, um dos melhores albúns da carreira solo do Camaleão do Rock. Neste albúm, Hammill continua com seu estilo lírico único que o transformou em gênio e criou um estilo muito próprio, caracterizado por longas e expressivas baladas, que incluem marchas harmónicas típicas e uma poesia centrada nas angústias e paixões do homem contemporâneo, as quais são, recorrentemente, as de todos os homens que o precederam. Um albúm mais progressivo que Fools Mate, contendo canções mais longas como A Louse is Not a Home, uma das mais geniais de toda a sua carreira que já vale pelo albúm inteiro. Não fica atrás de nenhum albúm do Van der Graaf, talvez só Pawn Hearts, que está num nível mais elevado que todas as demais obras, mas a obra de Hammill é muito sincera e homogênea, e este albúm é essencial para se aprofundar na música com palavras de Peter Hammill. Baixe-o, afinal é Peter Hammill, garantia de música de qualidade!

01. Modern
02. Wilhelmina
03. The Lie (Bernini's Saint Theresa)
04. Forsaken Gardens
05. Red Shift
06. Rubicon
07. A Louse Is Not a Home

http://www.mediafire.com/download.php?031mxfoumkz

Por Thiago Priess Valiati

agosto 04, 2007

Van der Graaf Generator - Still Life



O Van der Graaf Generator trancedeu a realidade com a sua música e poesia. Still Life, lançado em 1976, logo após Godbluff (já postado aqui) é um dos melhores albúns da banda britânica Van der Graaf Generator, liderada pelo gênio lírico Peter Hammill. Uma banda que revolucionou o movimento progressivo com os saxofones de David Jackson, a bateria de Guy Evans e as teclas de Hugh Banton que talvez seja a máquina geradora da banda, com orgãos, piano, mellotron, teclados e baixo, principalmente, nos pedais e claro, ele: o gênio Peter Hammill, que neste disco atinge talvez o seu melhor trabalho vocal, vide a magnífica Childlike Faith in Childhood's End, onde canta com um lirismo e coloca uma emoção na garganta fantástica. Uma banda de rock sem baixo e guitarra com instrumentistas oficiais, apenas participações e excessões, Robert Fripp, Hammill, Banton nos bass-pedals... É sem dúvidas uma revolução na música, progressivo feito de saxofone, teclado e bateria! Destaque para a magnífica faixa final: Childlike Faith in Childhood's End que faz qualquer um amante de boa música gritar e berrar: "Peter Hammill é Deus!!".

"is the cosmos compared to the dust of the past...
in the death of mere humans life shall start! "

" Frightened in the silence - Frightened, but thinking very hard! "

01. Pilgrims
02. Still Life
03. La Rossa
04. My Room (Waiting for Wonderland)
05. Childlike Faith in Childhood's End

http://www.mediafire.com/download.php?bttnmzbmnwn

Por Thiago Priess Valiati

agosto 02, 2007

Peter Hammill - Fools Mate



Peter Hammill faz música para a alma, não para os pés... São letras repletas de ideologias fantásticas que hoje são objetos de estudo nas universidades britânicas por parte de seu lirismo poético exarcebado, são repletas de harmonias, sons e criatividade. Trata-se de uma música atemporal com letras que falam, com impressionante clareza, das questões mais profundas da aventura humana. Este albúm, Fools Mate, foi gravado um pouco ante da obra-prima do VdGG: Pawn Hearts. Uma carreira solo iniciada em pleno sucesso e auge criativo da banda, justamente em 1971 com Fools Mate. Um disco um pouco mais convecional, repleto de melodias acústicas de alta qualidade que evidencia todo o talento e a genialidade de um dos melhores vocalistas e letristas do rock progressivo: Hammill. Mas os exemplos do gênio criativo de Hammill estão seguramente disseminados por toda a sua carreira, seja nos dez álbuns de estúdio dos Van der Graaf Generator ou nos seus mais de trinta registos a solo. Música com palavras, ou palavras com música, esta é a arte de Peter Hammill. Enfim = GÊNIO.

Destaque para as belíssimas Vision e The Birds.

01. Imperial Zeppelin
02. Candle
03. Happy
04. Solitude
05. Vision
06. Re-Awakening
07. Sunshine
08. Child
09. Summer Song (In the Autumn)
10. Viking
11. The Birds
12. I Once Wrote Some Poems

http://www.mediafire.com/download.php?bz25ctlyvxr

Por Thiago Priess Valiati

julho 29, 2007

The Beatles - Revolver



Continuando com os clássicos sessentistas, chega a vez de Revolver, um dos mais aclamados albúns da carreira dos Beatles e um dos mais inovadores, iniciando a corrente psicodélica na música. Albúm que inspirou a criação de Pet Sounds e fez, neste caso, Brian Wilson, duvidar da capacidade de sua banda. É a velha rivalidade Beach Boys x Beatles que já foi comentada no post anterior. Revolver não deixa de ser considerado um dos melhores albúns de todos os tempos, com canções clássicas como Taxman, Eleanor Rigby, Yellow Submarine, Here There and Everywhere, Good Day Sunshine e Tomorrow Never Knows. Enfim, repleto de clássicos. Este albúm também mostra o amadurecimento dos Beatles já apresentado em Rubber Soul, tendendo mais para canções orquestrais, Eleanor Rigby, e principalmente, para o psicodelismo, Tomorrow Never Knows.

Com Revolver, os Beatles convidam o mundo a embarcar no submarino amarelo da fantasia, com sonhos psicodélicos movidos a base de muita LSD, pronto para viver toda a loucura dos últimos anos da década que seria marcada pelo psicodelismo.

01. Taxman
02. Eleanor Rigby
03. I'm Only Sleeping
04. Love You To
05. Here, There And Everywhere
06. Yellow Submarine
07. She Said She Said
08. Good Day Sunshine
09. And Bird Your Can Sing
10. For No One
11. Doctor Robert
12. I Want To Tell You
13. Got to Get You Into My Life
14. Tomorrow Never Knows

http://www.4shared.com/file/20803977/33cd9060/Revolver_UK.html