Aviso!

RETORNO DO BLOG?

Nos últimos tempos andei repensando a idéia de voltar com o TMBb devido aos vários pedidos de pessoas que acessavam ao blog. Mas a falta de tempo ainda é o grande impasse e estou disposto a tirar o blog da inércia através de parcerias. É simples. O trabalho das postagens no blog será dividido em duas ou mais pessoas retirando o excesso de trabalho em uma só pessoa. A divisão de funções será tratada em particular com as pessoas interessadas! As pessoas dispostas a fazer parte da equipe do The Musical Box Blog e levar adiante o nome do blog, não deixando-o morrer, mande um e-mail ou adicione o msn: thvaliati@msn.com

Atenciosamente, Thiago Valiati.

Fevereiro 18, 2008

Esquerda Volver - Conversão Perigosa à Esquerda



Esquerda Volver é um power-trio com origens em Curitiba. O fato curioso e que chama atenção é que todos integrantes da banda são canhotos, daí o nome da banda. Dom Pyccolli, Renato Pereira e Ale Cirino formam esta banda que sem dúvidas é uma das melhores no atual cenário pobre e carente do rock brasileiro. O primeiro cd da banda “Conversão Perigosa à Esquerda” foi produzido por Carlos Maltz, ex-baterista dos Engenheiros do Hawaii, e como não poderia deixar de ter, está repletas de influências da banda gaúcha e progressivas. As músicas são repletas de quebradas de tempo e linhas melódicas. Há até uma música instrumental, Canção da Despedida Definiviva na qual o ex-baterista dos Engenheiros faz uma participação especial. As letras também são destaque com muita inspiração no estilo de Humberto Gessinger mesclando os mundos distintos do interior (psicológico) e exterior (social). O albúm em si é muito ingênuo e muito particular como definiu o vocalista, baixista e letrista da banda, Dom Pycolli. Braços Fortes foi escrita com 14 anos e há muito do sonho do jovem de mudar o mundo e a desigualdade social. E nem por isso de ser uma das melhores músicas da banda e destaque do albúm.

Outras músicas que merecem destaque são Um Pássaro Eterno, uma das melhores músicas de Picooly, O Inverso e a Razão, que talvez seja a mais progressiva, Primeiros Passos a Correr, que abre o disco com perfeição e Vide, Vida Marvada, uma releitura impressionante do clássico caipira de Rolando Boldrin para o chamado pop-progressivo da banda. E é justamente esta caracterização que mais lembra a fase Gessinger, Licks & Maltz dos Engenheiros do Hawaii. A chamada fase GLM trouxe muitas influências progressivóides, e assim, na década seguinte, a Esquerda Volver renasce o estilo com maestria e pomposidade. Abram alas para o RockPoesia PoProgressivo da Esquerda Volver. Revolução armada de Rock e Poesia.

01. Primeiros Passos a Correr
02. Vide, Vida Marvada
03. Pecado Capital
04. Terapia Intensiva
05. Canção da Despedida Definitiva
06. O Inverso e a Razão
07. Tudo o Que Vier na Cabeça
08. Todos São Iguais Até Que Se Prove o Contrário
09. Um Pássaro Eterno
10. Tudo de Novo
11. Braços Fortes
12. Conversão Perigosa à Esquerda

DOWNLOAD

Fevereiro 11, 2008

Echo and The Bunnymen - Ocean Rain



Poderia classificar o Echo & The Bunnymen como o Van der Graaf Generator dos anos 80. Apesar de não terem quase nada a ver em si na música, as duas bandas apresentam algumas peculiaridades. Lirismo desconcertante marcam os dois grupos, com Peter Hammill de um lado e o discípulo Ian McCullogh do outro. Provavelmente, McCullogh foi mandando a Terra com esta missão: a de realizar canções de um lirismo desconcertante e não deixar o que há de mais lindo no rock se extinguir. Enquanto há bandas que prezam muito mais pelo desempenho musical, Van der Graaf Generator e Echo & The Bunnymen fazem o mais importante. Desconcertam seu público fiel com letras lindas aliados a competência musical, um casamento perfeito.

Em 1984, a banda gravou Ocean Rain, o qual se tornou seu albúm mais importante. Contém o mega hit The Killing Moon, uma das músicas mais lindas, belas e perfeitas de todos os tempos. Até os deuses do Pink Floyd, no lado mais escuro da Lua, teriam ficado com uma ponta de inveja de Killing Moon. Em certa ocasião, McCullogh declarou que, em seu ofício de compositor, ele nutria como principal objetivo criar um dia, a melhor música de todos os tempos. E o resultado disso... Chegou muito perto com The Killing Moon, a quase perfeição musical que desbancaria carreiras inteiras de bandas da mesma epóca como The Cure, Joy Division e The Smiths.

O albúm ainda contém outros sucessos e exelentes músicas como Seven Seas e Ocean Rain. Baixe, esta quase perfeição musical já vale o albúm inteiro.

01. Silver
02. Nocturnal Me
03. Crystal Days
04. The Yo-Yo Man
05. Thorn Of Crowns
06. The Killing Moon
07. Seven Seas
08. My Kingdom
09. Ocean Rain
Bonus Tracks :
10. Angels And Devils

Fevereiro 05, 2008

Novo Aviso

Companheiros;

Devido a grande falta de tempo, o blog permanece sem atualizações. Peço desculpas pelo grande tempo parado e sem postagens no TMBb. Provalvemente a partir de agora serão muitos poucos posts meus, o que abre vagas para contribuidores para escrever e compartilhar aqui no blog. Já existe algumas pessoas interessadas e logo em breve o TMBb voltará com tudo com mais espaço para outras pessoas postarem. Quem estiver interessado também de alguma forma em contribuir e levar o nome do blog adiante, contatar comigo pelo meu e-mail.

Já fiz o re-up de Scheherazade And Other Stories, Reinassance.
http://www.mediafire.com/download.php?eztnbdvjxkf

Tendo outros discos pra fazer o re-up, me avise que eu coloco o mais rápido possível.

Em breve, Ocean Rain, Echo & The Bunnymen.

Thiago Priess Valiati

Novembro 03, 2007

Aviso

Companheiros;

Devido a um mês muito intenso pela frente, onde farei 5 provas de vestibular em 5 finais de semana seguidos (11/11; 18/11; 25/11; 02/12; 09/12), aviso-os que o blog durante este período ficará sem postagens. Logo passando este tempo, o blog voltará com os discos normalmente. Alguns discos que saíram do ar, inclusive do Peter Hammill, ainda não foram re-upados devido a falta de tempo. Peço desculpas pela demora, mas logo voltando em dezembro, tudo voltará a normalidade. Agradeço a todos que visitam o blog e baixam os discos, em dezembro as postagens voltam!

Grato,
Thiago Valiati

Outubro 12, 2007

Van der Graaf Generator - H To He Who Am The Only One



Desta vez um albúm de uma das bandas mais injustiçadas de toda a história, o Van der Graaf Generator, subestimado pela maioria e que não deixa a desejar nem um pouco para bandas como Pink Floyd, Yes ou Genesis. Uma banda que revolucionou o rock com orgãos, teclados, bateria (Guy Evans é único!) e arte lírica e o mundo não percebeu. Lançou obras-primas e não deram o merecido valor. Vou colocar mais um albúm desta banda fantástica para que muitos que ainda não conhecem, terem o prazer de conhecer e desfrutar de música de altíssima qualidade. Eles merecem... E o albúm que eu coloco é o albúm que define o som "dark" do VdGG, H To He Who Am The Only One. A banda começa a aprimorar o seu estilo diferente com um tapete de sons espetaculares para a voz majestosa de Hammill evocar seus poemas. Aliás, neste albúm, notamos a aparição do baixo feito nos pedais por Hugh Banton após Nic Potter abandonar o grupo. Banton mostra ser fantástico nisto, muitas vezes nem se notando a falta de um baixista na banda. E notamos também a participação especial de Robert Fripp do King Crimson em Emperor In His War Room inserindo-se a guitarra, muito pouco vista no som do Van der Graaf Generator. Neste disco destacamos também Killer, uma das faixas mais conhecidas da histórida da banda, e uma das melhores letras de Hammill, onde realiza uma metáfora fantástica comparando pessoas a tubarões; "So you live in the bottom of the sea, and you kill all that come near you..." É um dos melhores albúns da banda, lançado em 1970, antecedendo um dos maiores albúns que a música já viu, Pawn Hearts (postado aqui no blog já) em 1971. Baixe e não perca mais tempo sem ouvir Van der Graaf. Sublime!

1. Killer
2. House With No Door
3. The Emperor In His War-Room
4. Lost
5. Pioneers Over c.

http://www.mediafire.com/download.php?13djiqxu0m9

Por Thiago Priess Valiati

Outubro 08, 2007

Joy Division - Closer



Continuando com a escassez de contribuição dos anos 80 para o rock, e talvez um dos últimos grandes albúns, é Closer do Joy Division. Albúm póstumo, lançado logo após o suicídio de Ian Curtis por problemas conjugais e o agravamento do estado de sua epilepsia, Closer é memorável. Neste albúm, eles se superaram, com composições que viriam a influenciar todo o post-punk na década de 80. No ritmo de Closer, Love Will Tear Us Apart embalava as rádios, tornando-se a música mais conhecida da banda, mas acabou não entrando no cd, dando espaço para outras pérolas como: Atrocity Exhibition, Isolation, Passover, Heart and Soul e Decades.
É um disco melancólico demais, até pelo estado de saúde de Ian Curtis, que já deveria estar prevendo sua morte, este albúm não cai muito bem naqueles dias de sóis... É aconselhável ouvir de vez em quando, degustando uma obra-prima do rock como ela merece.

1. Atrocity Exhibition
2. Isolation
3. Passover
4. Colony
5. A Means to An End
6. Heart and Soul
7. Twenty four Hours
8. The Eternal
9. Decades

http://www.mediafire.com/download.php?3xev4zn0t0j

Por Thiago Priess Valiati

Setembro 24, 2007

The Smiths - The Queen is Dead



Um dos grandes destaques dos pobres anos 80 são The Smiths, a revolução a base de guitarras. Morrisey, um dos maiores poetas do rock, lidera a banda em The Queen is Dead que é considerado sua obra-prima. Outro albúm que é sempre presente em lista de melhores de todos os tempos e todo aquele blá-blá-blá. O fato é que o albúm é realmente de uma qualidade inquestionável (há vida sim fora do prog!) e merece sim estar ao lado de grandes obras sessentistas e setentistas nestas listas impafiosas. No entanto, além da consolidação da banda, surgem problemas, Johnny Marrr estava exausto e andava a beber demais e certas pessoas começavam a fazer-lhe crer que não precisava do Morrissey. Rourke foi demitido da banda por problemas com heroína, mas acabou por regressar, apesar de ter sido momentaneamente substituído por Craig Gannon. Após o regresso de Rourke, Gannon fez segunda guitarra até ao fim da tour.
Destaque para os singles Bigmouth Strikes Again, The Boy With The Thorn in His Side e There Is A Light That Never Goes Out, além de I Know It's Over, uma das mais melancólicas letras de Morrissey.

1. The Queen Is Dead
2. Frankly, Mr. Shankly
3. I Know It's Over
4. Never Had No One Ever
5. Cemetery Gates
6. Bigmouth Strikes Again
7. The Boy With The Thorn In his side
8. Vicar In A Tutu
9. There Is A Light That Never Goes Out
10. Some Girls Are Bigger Than Others

http://www.mediafire.com/download.php?6jkmzovcyhu

Por Thiago Priess Valiati

Setembro 16, 2007

The Clash - London Calling



London Calling, terceiro albúm da banda inglesa de punk The Clash é um dos albúns mais bem sucedidos de todos os tempos. Na epóca, virada de década 70/80, a banda já era considerada como uma das melhores do mundo, sendo endeusada até demais por seus fãs. Foi lançado em albúm duplo com preço de albúm simples em 1979, tendo sucesso imediato.
O conteúdo do disco é muito variado, indo desde o punk que abre o albúm London Calling, indo para um ska em Wrong 'em Boyo, passando por um disco em Lost In Supermarket e o rockabilly de Rudie Can´t Fail. O conteúdo das letras é muito político, criticando o desemprego e as doenças da sociedade britânica. Um albúm engajado. Em muitas partes, a banda foge do seu estilo, o punk, transformando o albúm numa variedade muito grande de estilos. Mas isto não afeta a maestria do albúm, transformando-se num dos maiores sucessos do rock. A capa, com Paul Simonon destruindo seu baixo durante um show em New York Palladium em 1979, transformou-se numa das imagens mais conhecidas do rock de todos os tempos. Capa épica.
Destaques para os sucessos London Calling, Clampdown, Spanish Bombs, Death or Glory, Train in Vain, Lost in the Supermarket e The Guns of Brixton. Um Greatest Hits praticamente.

01.London Calling
02.Brand New Cadillac
03. Jimmy Jazz
04. Hateful
05. Rudie Can't Fail
06. Spanish Bombs
07. The Right Profile
08. Lost In The Supermarket
09. Clampdown
10. The Guns Of Brixton
11. Wrong 'em Boyo
12. Death Or Glory
13. Koka Kola
14. The Card Cheat
15. Lover's Rock
16. Four Horsemen
17. I'm Not Down
18. Revolution Rock
19. Train In Vain

http://www.mediafire.com/download.php?50wmkfd2g0o

Por Thiago Priess Valiati

Agosto 31, 2007

Bob Dylan - Highway 61 Revisited



Bob Dylan, um dos maiores letristas de todos os tempos, começou sua carreira tocando folk tradicional, lançando hits como Blowin' in the Wind e fazendo muito sucesso neste campo da música. Quando lançou o clássico do rock, Highway 61 Revisited, mudou os rumos de sua música, aproximando-se do rock e foi considerado um traidor com os fãs da carreira folk que antecedia este albúm. Dylan eletrifica sua música, voltando-se mais para o rock, que agitava a década nessa epóca (1965), acompanhado de uma banda de blues-rock como apoio. Com canções e letras mais pessoais e introspectivas, ligadas a uma visão muito particular do mundo, como desilusões amorosas, liberdade pessoal, contra-cultura, influenciados pela poesia beat, e principalmente pelo livro On The Road de Jack Kerouac, aclamada como bíblia da geração beat e que fez Dylan fugir de casa. Foi aclamado pela crítica, ampliou o seu público, mesmo sendo chamado de "traidor" por fãs do Dylan cantador folk, tornando-se cada vez mais influente entre artistas contemporâneos e lançando os mais apreciados sucessos de sua carreira, com uma série de canções clássicas de seu repertório: Ballad Of A Thin Man, Like a Roling Stone, onde é sempre a canção que lidera qualquer lista de melhor música de todos os tempos, e Desolation Row, um hino com seus 11 minutos, canção essa que prova que Bob Dylan é gênio. Se alguém duvidar algum dia disto, Desolation Row basta. Simples assim.

01. Like a Rolling Stone
02. Tombstone Blues
03. It Takes A Lot To Laugh, It Takes A Train To Cry
04. From A Buick 6
05. Ballad of a Thin Man
06. Queen Jane Approximately
07. Highway 61 Revisited
08. Just Like Tom Thumb's Blues
09. Desolation Row

http://www.mediafire.com/download.php?cl7oxxgmzyg

Por Thiago Priess Valiati

Agosto 21, 2007

Engenheiros do Hawaii - Várias Váriaveis



Muita gente tem aversão à banda gaúcha Engenheiros do Hawaii, principalmente nos últimos tempo devido ao albúm solo acústico MTV de Humberto Gessinger com um pop tosco. Mas muitos não conhecem os tempos de glória desta grande banda que na fase progressiva 1990-1994 produziu discos clássicos do rock nacional. Humberto Gessinger, Augusto Licks & Carlos Maltz, a Santissíma Trindade, começou a incorporar elementos do rock progressivos em sua música no albúm que antece este, O Papa é Pop, com canções mais grandes que o normal, chegando a atingir os 8 minutos, e a divisão de músicas assim como bandas clássicas do progressivo faziam. Várias Váriaveis é marcado pela conceitualidade do disco: A cobra que morde o próprio rabo. A música Não é Sempre/Nunca é Sempre, faixa que encerra o disco, logo após o fim dito por Gessinger, já é grudada com a faixa inicial, O Sonho é Popular, marcando um ciclo que nunca vai acabar. Assim como a cobra da capa, você ouve o disco, e nunca mais pára de ouvir, é um disco eterno.

Marcado por muitos clássicos como Piano Bar, Ando Só, Muros e Grades e a versão de Herdeiro da Pampa Pobre do Gaúcho da Fronteira, este albúm também é cheio das influências progressivas, dando seguimento com o que foi começado no outro albúm e atingiria seu auge em Gessinger, Licks & Maltz (já postado aqui) . Nos shows da turnê, era muito comum Gessinger utilizar baixo e guitarra, e Licks guitarra de 12 no mesmo corpo. Muitos pedais eram frequentes também. Albúm repleto de sintentizadores, oberheim, steinway na linda Descendo a Serra, rhodes, instrumentais mais longos que o normal (Sampa no Walkman, irmã gêmea de Quarto de Hotel; "a mesma esquina em outra canção"), com destaque para os solos de guitarra MAGNÍFICOS de Augusto Licks, MIDI Pedalboard's, locuções ocultas e muito experimentalismo, vide o grito insano em Curtametragem, a vinheta Várias Váriaveis e a união das duas últimas músicas em um conceito só. Augusto Licks realmente faz uma partipação memorável, com solos e arranjos fantásticos como Quarto de Hotel e um de seus melhores solos: Herdeiro da Pampa Pobre realizando um tapping com palhet único. O baixo de Humberto Gessinger também se destaca muito, chegando a utilizar um Fretless em O Sonho é Popular, e não só o baixo como as letras ácidas em respota a crítica, Sala VIP e Muros e Grades, uma das melhores poesias do rock nacional, e sem dúvidas a bateria de Maltz mantendo a paulada sempre, fazendo uma de suas melhores apresentações neste disco. Simples, o power trio dos Pampas: Gessinger, Licks & Maltz.

Deixe de lado o preconceito com a banda e baixe a cobra que morde o próprio rabo logo. Qualquer fã de progressivo perceberá o flerte da banda com o estilo e adorará este albúm. Foi APENAS o disco que eu mais ouvi na minha vida. O disco que moldou todo o meu gosto musical. VÁRIAS VÁRIAVEIS!

É sempre mais difícil dizer adeus quando não há mais nada pra se dizer...

01. O Sonho é Popular
02. Herdeiro da Pampa Pobre
03. Sala VIP
04. Piano Bar
05. Ando Só
06. Quarto de Hotel
07. Várias Váriaveis
08. Sampa no Walkman
09. Muros e Grades
10. Museu de Cera
11. Curtametragem
12. Descendo a Serra
13. Não é Sempre
14. Nunca é Sempre

...

01. O Sonho é Popular
...

http://www.mediafire.com/download.php?efpgt1jfsz4

Por Thiago Priess Valiati

Agosto 16, 2007

Jethro Tull - Songs From The Wood



Após a obra dos deuses TAAB e Aqualung, Songs From The Wood de 1977, talvez seja um dos melhores albúns do Jethro Tull concorrendo com seu irmão gêmeo da fase folk, Heavy Horses. Esta fase folk progressiva, que se completa com Heavy Horses e Stormwatch, possui a melhar formação da banda no meu ponto de vista: Ian Anderson, o messias, sempre a frente da banda com maestria, Martin Barre, lendário guitarrista do Tull, John Glascock, que eu considero o melhor baixista de toda a história da banda e um dos melhores de todo o rock progressivo, com um som palhetado magnífico demonstrando muita técnica e energia, só ouvir a música que abre o albúm, Songs From The Wood ; Barriemore Barlow, John Evans e David Palmer. Uma banda muito bem entrosada, destacando-se em espetáculos ao vivo, que cria justamente a sua obra-prima neste albúm, o melhor de todo o folk progressivo, gênero praticamente criado pela banda escocesa. O albúm ainda tem características de música medieval, vide a fabulosa Ring Out Solstice Bells, que nos remete a lembranças de invernos passados. Foi um dos albúns que logo na minha primeira audição, eu já parei e gritei: "FODA!" . Foi uma reação na primeira hora fantástica. Este som folk do Tull me contagiou demais e eu ouvi ele seguidas vezes no mesmo dia, lembro até que eu não via a hora de chegar do colégio e ouvir ele novamente, era muita ansiedade para a audição do fantástico, Songs From The Wood. Um albúm que marcou minha vida, e que ficará sem dúvidas marcado para sempre. Ian Anderson é deus, é messias, é gênio, enfim, de um cara que compôs TAAB e SFTW, só resta de nós, humanos, reverenciar o mestre!

Destaques para as fantásticas Cup of Wonder, Ring Out Solstice Bells, Hunting Girl e Velvet Green.

01. Songs From The Wood
02. Jack-In-The-Green
03. Cup Of Wonder
04. Hunting Girl
05. Ring Out, Solstice Bells
06. Velvet Green
07. The Whistler
08. Pibroch (Cap In Hand)
09. Fire At Midnight

bônus:

10. Beltrane
11. Velvet Green [Live]

http://www.mediafire.com/download.php?3y2yxyixbjz

Por Thiago Priess Valiati

Agosto 11, 2007

King Crimson - Red



Red no meu ponto de vista é o melhor trabalho lançado pela banda britânica King Crimson apesar de toda a instabilidade da banda . Ele destaca-se por ser um disco com composições mais elaboradas como Starless, um disco mais maduro. O disco obteve grande sucesso de critica, e até é um dos grandes clássicos da banda. Fez também algum sucesso comercial. Robert Fripp, o homem do King Crimson, mais uma vez mostra toda a sua técnica na guitarra em músicas como Red e Starless. E este albúm talvez seja o que conta com a melhor formação de toda a história do Crimson, com Bill Brufford, do Yes, na bateria e John Wetton nos vocais e no baixo, mostrando serviço também vide Fallen Angel, um clássico do grupo. Um disco realmente fantástico, indispensável em qualquer discografia básica de rock progressivo. Destaque para a magnífica Starless.

1. Red
2. Fallen Angel
3. One More Red Nightmare
4. Providence
5. Starless

DOWNLOAD

Por Thiago Priess Valiati